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A automedicação pode ocasionar riscos a sua saúde.

A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros.

Em todo o mundo, mais de 50% de todos os medicamentos receitados são dispensados de forma inadequada. Assim como, 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma incorreta, representando um problema de saúde pública maior do que muitos acreditam, não ganhando a real importância nos meios de divulgação. O medicamento pode ser uma forma de reencontro do bem-estar físico e mental, e deste modo o uso seguro traz inúmeros benefícios na qualidade de vida, aliado a hábitos de vida saudável.

O Brasil assume a quinta posição na listagem mundial de consumo de medicamentos. Há uma parcela da população que não usa o medicamento conforme orientado pelo profissional prescritor: ou porque esquecem ou porque alegam que a doença está controlada.

A frequência da automedicação é maior entre o público feminino. A facilidade de acesso é outro fator determinante, principalmente entre o público jovem de 16 a 24 anos. Familiares, amigos e vizinhos são citados como os principais influenciadores na escolha dos medicamentos, público que não detém conhecimento da área médica, o que pode ser um risco à saúde. Este comportamento pode acarretar agravamento de doenças pré-existentes, aparecimento de reações adversas e alérgicas, necessitando, por vezes, de atendimento médico.

O hábito de se automedicar pode provocar danos à saúde ou mesmo mascarar sintomas de doenças mais graves. A classe de medicamentos mais consumidos em automedicação são os analgésicos e antitérmicos, que, apesar de parecerem inofensivos, podem ocasionar problemas sérios nos rins e fígado.

Existem 24 mil mortes anuais no Brasil por intoxicação medicamentosa, tornando-se necessário medidas preventivas de modo a contribuir para diminuição de riscos causados pela automedicação. Mesmo que a prática possa contribuir para aliviar financeiramente os sistemas de saúde pública, o uso indiscriminado de medicamentos ocasiona resultados indesejáveis.

Partindo do princípio de que nenhuma substância farmacologicamente ativa é inócua ao organismo, a automedicação pode vir a ser prejudicial à saúde individual e coletiva. Sendo assim, a recomendação é gerar uma estreita relação entre profissional de saúde e paciente de modo a garantir o bem-estar da população. Sempre que houver dúvidas, fale com o seu farmacêutico de confiança!

OS PERIGOS DA AUTOMEDICAÇÃO. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Disponível em:  https://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/. Acesso em: 24/08/2021.

SOUSA, Hudson WO; SILVA, Jennyff L.; NETO, Marcelino S. A importância do profissional farmacêutico no combate à automedicação no Brasil. Revista eletrônica de farmácia, v. 5, n. 1, 2008.

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