fbpx

Hipertensão e seus fatores de risco

Além da alimentação, há outros fatores de risco associados à alimentação. Descubra quais.

A prevalência da pressão arterial sistêmica, a chamada hipertensão, aumenta com a idade. Cerca de 50% das pessoas entre 60 e 69 anos apresentam hipertensão, sendo esta porcentagem muito maior acima dos 70 anos. A pressão arterial descontrolada e elevada provoca alterações patológicas no coração, na vasculatura e gera hipertrofia do ventrículo esquerdo. 

Como consequência, a hipertensão é a principal causa do acidente vascular cerebral (AVC), é o principal fator de risco para doença arterial coronariana e suas complicações, sendo elas o infarto agudo do miocárdio e morte súbita cardíaca, principal contribuidor para insuficiência cardíaca, insuficiência renal e aneurisma dissecante da aorta.

A hipertensão é definida como o aumento prolongado da pressão arterial, maior que 140/90 mmHg (pressão arterial sistólica/pressão arterial diastólica). Frequentemente se associa a distúrbios metabólicos, alterações na função ou na estrutura de determinados órgãos.

O risco de doença cardiovascular, incapacidade e morte em pacientes hipertensos também é aumentado por fumo, diabetes, hiperlipidemia e o tratamento da hipertensão reduz a morbidade e a mortalidade da doença cardiovascular. As abordagens não farmacológicas para o tratamento da hipertensão podem ser suficientes em pacientes com hipertensão arterial modestamente elevada. Tais abordagens também podem aumentar a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos em pacientes com elevações iniciais mais marcantes na pressão arterial. A redução do peso corporal para pessoas que apresentam sobrepeso moderado e claramente obesas, e a restrição do consumo de sódio reduzem a pressão arterial em alguns pacientes. Aumento da atividade física pode melhorar o controle da hipertensão, assim como a restrição do consumo de álcool. 

A população brasileira está cada vez mais exposta a fatores de risco cardiovasculares, como sobrepeso, obesidade, hábitos nutricionais inadequados e até mesmo condições socioeconômicas. Foi o que concluiu um estudo publicado em 2021 e realizado no Rio Grande do Sul entre trabalhadores da indústria alimentícia, metalmecânica, do couro e do fumo, que avaliou cerca de 20mil homens e mulheres. Do total, 10,3% apresentaram hipertensão e, destes, mais da metade (56,3%) faziam uso de medicamento(s) para controle da doença. Identifica-se que, mesmo sob tratamento, a população do estudo apresentou descontrole da doença. 

Isto evidencia a necessidade de se fornecer à população em geral informações para prevenção de fatores de risco, o que é pouco visto em cenários atuais, e prover estratégias de adesão à terapia medicamentosa.

Entre em contato com a FarmAdere e peça a sua medbox! Nós podemos te ajudar.

 

BRUNTON, L. Laurence. CHABNER, A. Bruce. KNOLLMANNN, C. BJORN. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. 12 edição. Porto Alegre: Artmed, 2012

XAVIER, Paula Brustolin et al. Fatores Associados à Ocorrência de Hipertensão Arterial em Trabalhadores da Indústria do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2021.

MALACHIAS, Marcus Vinicius Bolivar et al. 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial: Capítulo 1-Conceituação, Epidemiologia e Prevenção Primária. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, p. 1-6, 2016. Disponível em: https://sbc-portal.s3.sa-east-1.amazonaws.com/diretrizes/Pocket%20Books/2017/7%C2%AA%20Diretriz%20Brasileira%20de%20Hipertens%C3%A3o%20Arterial.pdf. Acesso em: 28/09/2021.

Receba as nossas novidades!

Farmadere Farmácia e
Serviços Farmacêuticos LTDA

CNPJ: 10.562.062/0001-40

Endereço:
Av. Edgar Hoffmeister, nº 600 – Sala 107 – Prédio 02 Zona Industrial Norte – Campo Bom/RS
CEP 93700-000

Farmacêuticos:
Bárbara Spaniol (CRF-RS 14125)
Rafael Linden (CRF-RS 4819)
Simone Gasparin Verza (CRF-RS 7460)

Telefone e WhatsApp: +55 51 2160.9015

Copyright © Farmadere – Todos os direitos reservados – Powered by BRIO